SOBRE INCLUSÃO

Mais benefícios para a vida pessoal e profissional do cidadão.

Inclusão Digital

Inclusão digital é o nome dado ao processo de democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação.

Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails, mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida a fim de buscar novas oportunidades de emprego, meios de 

comunicação, formas de obter aprendizado entre outras. Assim, trazer mais benefícios para a vida pessoal e profissional do cidadão.


A inclusão digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos, que são: dispositivo para conexão, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas, pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet para que ele seja considerado um incluído digital. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas.

Importância

Melhorar as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia é uma das consequências do investimento em inclusão digital. Este fato contribui inclusive com questões relacionadas a exclusão social, incluindo digitalmente e socialmente àquelas pessoas que se encontravam à margem dos processos tecnológicos.

A exclusão digital, que é observada com um percentual maior entre os habitantes dos países em desenvolvimento, dificulta o processo de expansão social e econômica dessas nações. Fonte: http://caminhoinclusaodigital.wikidot.com/

Dados no Brasil

Na última década, houve um avanço no acesso à informação no país. Porém, ao observar as estatísticas do uso das tecnologias, ficam escancaradas as disparidades regionais e sociais. O desafio atual permeia a questão: como criar uma política pública eficaz em um país com tantas desigualdades?
Segundo a Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Brasil (TIC 2012), realizada pelo CETIC.br , 46% dos domicílios brasileiros estão equipados com computadores e 40% tem acesso à internet. Quando destrinchados por região ou classe social, esses números ilustram a debilidade no processo de democratização da informação no país e revelam, ao mesmo tempo, os principais pontos de ação.

Seguindo uma tendência na América Latina, o Brasil lançou em 2000 o Programa de Governo Eletrônico, com objetivo de “priorizar a utilização das modernas tecnologias de informação e comunicação (TICs) para democratizar o acesso à informação, ampliar discussões e dinamizar a prestação de serviços públicos”.
O programa, coordenado pela Casa Civil e pela Secretaria de Logística e Tecnologia da informação (SLTI), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, segue três diretrizes fundamentais: a participação cidadã, a melhoria do gerenciamento interno do Estado e a integração com parceiros e fornecedores. A publicação de informações sobre execução orçamentária, acompanhamento de compras e licitações, apoio a instalação de softwares livres e recomendações a respeito de acessibilidade digital são algumas das ações governamentais apoiadas pela ferramenta tecnológica. A partir das diretrizes, a inclusão digital é um dos pontos principais do e-GOV. Essa política visa garantir o uso das tecnologias da informação e comunicação, centrada, principalmente, em segmentos excluídos da sociedade.

Nesse sentido, uma série de projetos vem sendo desenvolvidos, como o Banda Larga nas Escolas, que em parceria com operadoras de telefonia, prevê a instalação de conexão rápida de acesso à internet em todas as escolas públicas urbanas de Educação Básica do país. Inclusão Digital da Juventude Rural é outro projeto desenvolvido. Em parceria com a Secretaria da Juventude da Presidência da República, ele apoia a capacitação de jovens que vivem em áreas rurais.

Fonte: http://www.reporterunesp.jor.br/inclusao-digital-o-papel-do-estado-no-acesso-a-informacao

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