Doenças ocupacionais: 5 melhores práticas para prevení-las

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Doenças ocupacionais: 5 melhores práticas para prevení-las

Em uma realidade onde a busca por produtividade caminha junto a priorização por qualidade de vida, há uma grande preocupação com a manutenção da saúde e do bem-estar dos colaboradores. Sendo assim, evita-se o surgimento de doenças ocupacionais e, consequentemente, a ausência no trabalho – o chamado absenteísmo

Portanto, ao mesmo tempo em que a empresa traça estratégias para alavancar as vendas, valorizar sua presença digital ou reter clientes, é necessário investir em programas de saúde e segurança. Assim, garante-se um ambiente corporativo muito mais saudável, eficiente e, é claro, prazeroso.

Neste artigo você conhecerá algumas das melhores práticas para prevenir as doenças ocupacionais. Além disso, entenderá quais os benefícios de manter uma campanha de saúde no ambiente corporativo.

Vamos lá? Boa leitura!

Doenças ocupacionais: qual a importância de preveni-las?


A saúde e a vida são valiosos. Por isso, seja no ambiente corporativo ou fora dele, o cuidado e a prevenção de acidentes e outras doenças ocupacionais deve vir em primeiro lugar.

No entanto, quando se fala de um ambiente laboral, é possível verificar outros benefícios que vão além da saúde e bem-estar. Elencamos a seguir alguns motivos que comprovam a necessidade de prevenir doenças ocupacionais. Veja só:

Mais produtividade


Manter uma equipe produtiva e engajada está estritamente ligado
à saúde e ao bem-estar.

Afinal, quando uma peça do time precisa conviver com dores, mal-estar e outras situações que o incomodam, não há a possibilidade de dedicação total às demandas da empresa. 

E isso é extremamente normal: ninguém neste mundo consegue ser produtivo sentindo dores na lombar, não é? Ou, ainda, pensando incessantemente nos próximos estágios da doença e se ela pode se agravar. Neste sentido, podemos dizer que prevenir doenças ocupacionais reflete diretamente na produtividade do colaborador e da equipe. 

Investir na prevenção permite que o profissional sinta-se confortável, bem disposto e altamente engajado junto ao seu time. 

Redução nos afastamentos médicos a curto, médio e longo prazo


A ocorrência de doenças ocupacionais é uma das grandes responsáveis pelos afastamentos e licenças mediante atestado. Tais doenças muitas vezes surgem num curto período de prestação de serviços. Porém, há aquelas que só aparecem após anos de trabalho, 15 a 20 anos.

Se a empresa não possui um programa de promoção a saúde, a tendência é que os afastamentos se acumulem, causando um grande desfalque na produção, muitas vezes em caráter definitivo.

Por outro lado, empresas que concedem acesso a informação, saúde e bem-estar, precisam lidar com poucos afastamentos dessa origem.

Redução de custos


Quando um funcionário é afastado após ter adquirido uma doença ocupacional, o gestor vê-se obrigado a re-alocar funcionários de outros setores – funcionários estes que muitas vezes não dominam aquele departamento. Isso exige investimento inesperado em treinamento, elevando o custo da empresa.

Ainda há outra vertente. Funcionários enfermos interrompem o ciclo de produção, que segue uma linha tênue. Ao interromper o processo produtivo, há a redução de oferta – elevando assim os custos.

Neste sentido, prevenir doenças ocupacionais reduz consideravelmente os custos produtivos do negócio!

Afinal, como é possível prevenir as doenças ocupacionais?


Como promover a saúde e o bem-estar dos funcionários é um dos grandes desafios dos gestores atuais, listamos a seguir 5 excelentes práticas que auxiliam na prevenção de acidentes e doenças do trabalho. O resultado? Ambiente corporativo mais leve, engajado e produtivo. Confira agora!

1. Uso de EPI’s


Máscaras, aventais, luvas, botas, óculos, protetores auriculares. Estes são apenas alguns exemplos de EPI’s utilizados em várias funções. Todo segmento, que ofereça do menor ao maior grau risco, exige o uso de algum equipamento de proteção individual. 

Para saber quais são os EPI’s mais indicados para a sua empresa, é necessário avaliar as atividades realizadas diariamente, o grau de risco e, principalmente, o que diz a lei. Há, inclusive, normas regulamentadoras para isso, como a NR 6.

2. Exames periódicos


A realização de exames periódicos permite que as doenças do trabalho sejam detectadas de forma precoce, ainda em sua origem. Sendo assim, os riscos de complicações a longo prazo são efetivamente menores. 

Cabe aos departamentos de Saúde e Segurança de Trabalho + Recursos Humanos esclarecerem a importância dos exames periódicos – além de oferecer o suporte necessário para estes exames, como clínicas parcerias e programas anuais de check-up.

Além de serem importantes para o colaborador, que saberá se sua saúde está em dia, os exames periódicos também servem de termômetro para a análise do ambiente laboral. Os resultados podem explicitar um ambiente e atitudes nocivas à saúde, que deverão ser prontamente revistos.

3. Conversa e diálogo


Um gestor que não promove uma boa comunicação interpessoal não está atento às necessidades do seu time. No aspecto da saúde e segurança, esse diálogo é de extrema importância, uma vez que a troca de informações permite um melhor entendimento acerca da s atividades laborais.

Compreendendo os desafios do dia a dia da equipe, é possível traçar estratégias e campanhas de prevenção mais certeiras, capazes de reduzir o volume de acidentes e ocorrências de doenças ocupacionais. 

4. Qualificação da equipe


Sua equipe sabe manusear todos os equipamentos e ferramentas do setor, sobretudo aqueles que oferecem maiores riscos a saúde? Pois saiba que a qualificação é indispensável, uma vez que garante a redução de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

Uma boa saída é investir em treinamentos, workshops e cursos, sejam online ou presenciais. Assim, os colaboradores dominam seus ferramentas e trabalham com mais segurança e assertividade.

Além da prevenção de doenças e acidentes, os treinamentos permitem que os profissionais capacitem-se e atualizem seus conhecimentos, acompanhando as inovações tecnológicas de cada segmento.

5. Conhecimento de riscos


Os profissionais só conseguem tomar as medidas corretas de prevenção quando eles, de fato, conhecem os riscos. Sendo assim, o time precisa dominar todos os riscos ambientais presentes no ambiente de trabalho.

Lembre-se de informar sobre os tipos de risco: biológicos, físicos, químicos, ergonômicos e acidentais. A melhor maneira de compartilhar essas informações é através de palestras e workshops. Além de conhecer as características de cada risco, os colaboradores devem estar cientes de todos os perigos aos quais estão submetidos enquanto trabalham.

O ideal, sem sombra de dúvidas, é oferecer conhecimento através de um profissional especializado como, por exemplo, fisioterapeutas, técnicos em radiologia e técnicos em redes elétricas. 

 

E então, entendeu como é possível prevenir as doenças ocupacionais e manter o ambiente de trabalho muito mais saudável? Neste artigo também falamos sobre um aspecto importante da saúde do trabalho: 8 dicas para prevenir o estresse ocupacional durante o home office. Leia e saiba mais!

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