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Comunicação interna, RH

O que é a escuta ativa nas empresas e como implementar

Comunicação interna, RH

O que é a escuta ativa nas empresas e como implementar

  • 23/01/2026
  • Samarony Batista
🕒 Tempo de leitura: 8 minutos

Escuta ativa nas empresas é a prática de ouvir as pessoas com atenção, abertura e intenção de compreensão, considerando não apenas o conteúdo que é falado, mas também o contexto em que elas surgem. No ambiente corporativo, essa prática ultrapassa a conversa individual e passa a fazer parte da cultura organizacional, influenciando a forma como a empresa se comunica, se posiciona e toma decisões.

Quando a escuta ativa está presente, a organização cria espaços para que as pessoas expressem percepções, dúvidas e sugestões com mais segurança. Isso não significa apenas ouvir opiniões, mas demonstrar interesse pelo que é compartilhado e utilizar essas informações para compreender melhor a experiência interna.

Sendo assim, a escuta ativa nas empresas se conecta diretamente à qualidade da comunicação interna, ao clima organizacional e à forma como as pessoas se relacionam com a empresa no dia a dia.

O que a falta de escuta ativa nas empresas pode causar

A ausência de escuta ativa nas empresas costuma gerar efeitos que se acumulam ao longo do tempo. Quando os colaboradores percebem que não são ouvidos ou que suas opiniões não têm impacto, o diálogo perde espaço e a comunicação passa a ser vista apenas como transmissão de informações.

Um dado da Gallup ajuda a entender melhor esse cenário: Apenas 28% dos colaboradores concordam fortemente que suas opiniões fazem a diferença no trabalho. Esse número mostra uma distância relevante entre o discurso sobre ouvir pessoas e a experiência prática vivida dentro das organizações.

No mesmo estuto, foi perguntado aos profissionais o que estava faltando em sua experiência de trabalho para que se sentissem mais conectados ao empregador. As respostas se concentraram em temas como cultura organizacional, senso de pertencimento, autonomia, bem-estar e alinhamento com valores, fatores diretamente relacionados à forma como o diálogo acontece nas empresas.

Quando a escuta ativa não faz parte da rotina, esses elementos tendem a se enfraquecer. Para os colaboradores, isso pode gerar sensação de distanciamento, menor confiança para se expressar e redução do vínculo com a empresa. Com o tempo, a participação diminui e as pessoas passam a compartilhar menos percepções, mesmo quando identificam problemas ou oportunidades de melhoria.

A falta de escuta ativa nas empresas resulta em decisões menos conectadas à realidade interna, aumento de ruídos de comunicação e dificuldade para engajar as pessoas em iniciativas estratégicas. Sinais importantes do dia a dia deixam de ser percebidos, e ajustes que poderiam ser feitos de forma antecipada acabam acontecendo apenas quando os impactos já são mais visíveis.

O papel do RH na construção da escuta ativa

O RH ocupa uma posição estratégica na construção da escuta ativa dentro das empresas porque está no ponto de conexão entre pessoas, liderança e decisões organizacionais. É essa área que possui uma visão transversal do ambiente interno e consegue identificar padrões que não aparecem em conversas isoladas.

Cabe ao RH estruturar a escuta ativa como prática recorrente, e isso envolve criar contextos seguros para diálogo, estimular conversas que vão além do operacional e organizar a forma como as percepções são coletadas, analisadas e devolvidas à organização.

Quando o RH atua de forma intencional, ele transforma falas individuais em leituras mais amplas sobre clima, cultura e experiência do colaborador. Esse movimento ajuda a empresa a entender o que funciona, onde existem ruídos e quais expectativas não estão sendo atendidas. Assim, a escuta ativa deixa de ser apenas um gesto de atenção e passa a apoiar decisões mais alinhadas à realidade interna.

O papel da liderança na prática da escuta ativa

A liderança influencia diretamente a forma como a escuta ativa acontece no dia a dia das empresas. Mesmo quando existem canais e iniciativas estruturadas, é na relação com líderes que os colaboradores percebem se vale a pena se expressar.

Líderes que praticam escuta ativa criam ambientes mais abertos para conversa, nos quais dúvidas, sugestões e diferentes pontos de vista podem ser compartilhados com mais segurança. Essa postura reduz ruídos de comunicação, evita interpretações equivocadas e fortalece a confiança nas relações profissionais.

Escutar de forma ativa exige presença e intenção. Envolve ouvir sem interrupções, buscar compreender antes de responder e demonstrar, por meio de atitudes, que o que foi dito foi considerado. Quando líderes escutam apenas para reagir ou justificar decisões, o diálogo se enfraquece e o engajamento tende a diminuir.

O papel da empresa na criação de um ambiente de escuta

Para que a escuta ativa se sustente ao longo do tempo, ela precisa ser apoiada pela empresa como um todo. Não basta depender apenas da atuação do RH ou do comportamento de algumas lideranças. A organização precisa criar condições para que ouvir faça parte da sua forma de funcionar.

Isso envolve coerência entre discurso e prática. Quando a empresa incentiva o diálogo, mas não demonstra abertura para ouvir opiniões diferentes ou lidar com críticas, a escuta ativa perde credibilidade. As pessoas percebem rapidamente quando o convite à participação não se traduz em ações.

A empresa cria um ambiente de escuta quando valoriza a troca de ideias, respeita diferentes perspectivas e utiliza o que é ouvido como base para ajustes e decisões. Esse posicionamento fortalece a comunicação interna e aproxima a organização da realidade vivida pelas pessoas.

Como os canais internos podem apoiar a escuta ativa

Os canais internos são aliados importantes da escuta ativa nas empresas, pois ampliam o alcance do diálogo e criam oportunidades constantes para participação. Entre esses canais, a rede social corporativa permite que RH e Comunicação Interna implementem iniciativas estruturadas de escuta no cotidiano.

Fóruns temáticos conduzidos pelas áreas ajudam a estimular conversas sobre cultura, comunicação e rotina de trabalho, revelando percepções que nem sempre surgem em pesquisas formais. Campanhas de comunicação interna também podem ser desenhadas com foco em escuta, utilizando a interação para entender como as mensagens estão sendo recebidas e interpretadas.

Outra iniciativa relevante é o uso recorrente de perguntas sobre temas do dia a dia, criando uma rotina de diálogo. Com o tempo, essas interações fortalecem a confiança e tornam a participação mais natural. A escuta ativa se consolida quando existe devolutiva, e a rede social corporativa pode ser usada para explicar decisões e mudanças a partir das contribuições recebidas.

Treinamentos e desenvolvimento da escuta ativa nas empresas

A escuta ativa pode ser desenvolvida por meio de treinamentos e práticas orientadas, mas, nas empresas, esse desenvolvimento precisa ir além de ações pontuais. Muitas pessoas nunca foram estimuladas a ouvir de forma consciente no ambiente corporativo, o que faz com que padrões de comunicação pouco efetivos se repitam no dia a dia.

Treinamentos voltados à comunicação, conversas de alinhamento e feedback ajudam líderes e equipes a reconhecer esses padrões, refletir sobre a própria forma de escutar e aprimorar as interações. Quando bem conduzidos, esses momentos ampliam a percepção sobre o impacto da escuta ativa nas relações, na confiança e na qualidade da comunicação interna.

No entanto, para que esses aprendizados se sustentem, é importante que estejam conectados a uma leitura mais ampla do contexto da empresa. Uma consultoria especializada em Comunicação Interna pode apoiar. Ao olhar para cultura, canais, discursos e práticas de comunicação, a consultoria ajuda a identificar onde a escuta ativa se perde e quais barreiras dificultam o diálogo.

Com esse diagnóstico, é possível desenhar estratégias mais alinhadas à realidade interna, estruturar iniciativas de escuta ativa e apoiar a execução de ações que integrem treinamento, comunicação e rotina.

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BWG (Best Way Group) é um ecossistema de tecnologia de pessoas voltado para o RH e os desafios de quem trabalha com gente. O BWG oferece soluções que atendem às necessidades das novas formas de trabalho, como Folha de Pagamento, Consultoria & Corretora, Agência de Comunicação Interna e Rede Social Corporativa.

Foto de Samarony Batista

Samarony Batista

Sou um profissional de Comunicação com 15 anos de experiência, sendo 6 deles só em empresas de tecnologia SaaS B2B. Graduei-me em Relações Públicas pela Universidade Federal do Amazonas e desde então tenho trilhado uma jornada focada em criar experiências positivas que conectam empresas aos seus públicos de forma autêntica. Atualmente, sou analista de marketing no BWG. Já atuei como relações-públicas na Justiça Federal, desempenhei o papel de coordenador de comunicação no CEST, assumi funções estratégicas como analista de comunicação interna na Zenvia e Movidesk, além de ter trabalhado como Customer Success na SocialBase e gestor de eventos na UEA.
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