Exhausted African American employee working on project in office. Man and women in casual sitting and standing at table and using laptops. Multiethnic staff concept
Mesmo em um cenário corporativo cada vez mais digital, os erros na folha de pagamento ainda são comuns. A razão está no excesso de processos manuais, no uso de planilhas sem integração e nos lançamentos feitos de forma descentralizada. Cada digitação incorreta pode comprometer não apenas o salário de uma pessoa, mas também toda a consistência do fechamento mensal.
Outro agravante é a complexidade da legislação trabalhista brasileira. Alterações recorrentes exigem cálculos constantemente atualizados e, quando essas mudanças não são aplicadas em tempo real, o RH e o Departamento Pessoal ficam expostos a falhas que podem levar a inconsistências em encargos, férias ou benefícios. Dessa forma, a folha que deveria ser um processo padronizado transforma-se em um setor de risco dentro da organização.
Uma falha no cálculo da folha não significa apenas ter que corrigir valores. Pelo contrário, ela gera impactos em várias camadas da empresa. Para as equipes de RH e DP, o retrabalho se acumula e compromete a produtividade. Em vez de focar em temas estratégicos, como clima organizacional e atração de talentos, os profissionais ficam presos a corrigir erros básicos que poderiam ser evitados.
Um dado que chama a atenção é que 80% das empresas já enfrentaram erros na folha de pagamento e, segundo a Ernst & Young, cada erro custa em média R$ 1.594,68 para ser corrigido. Em empresas com grande número de colaboradores, o impacto financeiro é ainda mais significativo. Por exemplo, para uma companhia com 1.000 colaboradores, os custos anuais para corrigir falhas podem ultrapassar R$ 7,7 milhões. Esse valor inclui desde retrabalho, multas por atrasos ou erros legais, até danos à imagem interna da empresa e perda de confiança dos colaboradores.
Além dos custos internos, os erros podem resultar em multas, expor a empresa a questionamentos jurídicos e abalar a confiança das pessoas. Afinal, quando o salário, benefícios ou encargos não são pagos de forma correta, a credibilidade da empresa fica sob risco e com a reputação manchada.
A automação da folha de pagamento não é apenas uma troca de planilhas por software, mas uma mudança completa na forma como a gestão do processo é gerida. Um sistema integrado garante que dados de ponto eletrônico, benefícios, horas extras e encargos sejam processados automaticamente, eliminando etapas críticas de digitação manual.
Além disso, a atualização automática da legislação permite que a empresa esteja sempre em conformidade, sem a necessidade de acompanhar cada mudança manualmente. Isso traz precisão, velocidade e segurança para o processo. Em vez de gastar horas revisando cálculos, o RH passa a dedicar mais tempo à gestão estratégica e ao desenvolvimento de iniciativas que impactam diretamente a experiência das pessoas.
Ao adotar a automação, o RH e o Departamento Pessoal deixam de viver o estresse do fechamento mensal como um gargalo. A confiabilidade cresce, a previsibilidade melhora e o tempo gasto em correções diminui. Mas as vantagens vão além:
Esses benefícios evitam retrabalho e criam um ambiente em que o RH pode assumir uma postura mais estratégica e consultiva.
Embora a automação ofereça inúmeros benefícios, sua implantação requer planejamento. Um dos primeiros passos é mapear os processos atuais, entendendo onde estão os gargalos mais comuns e quais podem ser eliminados ou otimizados.
Você pode começar fazendo um autodiagnóstico gratuito para identificar se a gestão da sua folha de pagamento é eficaz.
Também é necessário avaliar a integração entre sistemas. De nada adianta implantar uma nova ferramenta se ela não se conectar a outros softwares já utilizados pela empresa, como ponto eletrônico ou plataforma de benefícios.
Aqui está um checklist resumido para direcionar essa implementação:
Esse acompanhamento contínuo é indispensável, pois garante que pequenas inconsistências sejam corrigidas antes de crescerem e fortalece a confiança no sistema.
Quais os erros mais comuns na folha de pagamento?
As falhas mais frequentes estão ligadas a dígitos incorretos, falta de atualização de regras legais e inconsistências nos dados de ponto e benefícios.
Automatizar a folha significa reduzir custos?
Sim, porque além de diminuir retrabalho, a automação reduz riscos de multas e de processos trabalhistas, que costumam ter um custo elevado. Cada erro custa em média R$ 1.594,68 para ser corrigido.
A automação substitui o papel do RH e do DP?
Não. A tecnologia elimina tarefas repetitivas, mas amplia o espaço para que o RH e o Departamento Pessoal se envolvam em temas estratégicos, como engajamento e desenvolvimento.
A equipe precisa de muito tempo para se adaptar a sistemas automatizados?
Com boas práticas de treinamento e suporte adequado, a adaptação tende a ser rápida e o retorno do investimento se torna visível já nos primeiros ciclos de folha.
Você tem confiança de que a gestão da folha de pagamento está sendo feita de maneira eficiente e sem riscos? Preencha o autodiagnóstico e descubra como está o desempenho da sua empresa!
BWG (Best Way Group) é um ecossistema de tecnologia de pessoas voltado para o RH e os desafios de quem trabalha com gente. O BWG oferece soluções que atendem às necessidades das novas formas de trabalho, como Folha de Pagamento, Consultoria & Corretora, Administradora de Benefícios, Agência de Comunicação Interna e Rede Social Corporativa.
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